Se soubesses o quanto custa pensar em ti ...
Sentir a tempo inteiro que não és meu, que podes partir a qualquer momento...
as vezes, costumo acordar a meio da noite, sobressaltada, com o coração tão apertado, que o meu simples respirar se transforma num choro ofegante... E sabes porquê ? ... apenas porque sonhei que não me conseguias ver...
mas nesse momento, sinto que tenho que mostrar ao mundo tudo o que sou, por ti ! ... mas nisto, volto a adormecer. A noite vai embora, e com ela leva a minha coragem, a minha força, ... leva-me.
E tudo volta ao ponto de partida, onde o medo fala mais alto, onde me escondo no canto mais escuro da alma, para que ninguém me encontre, porque sei que lutar custa, e o sofrimento é simplesmente ... insuportável.
Mas uma voz toca-me de leve no ombro, e suspira: "é para isto que o amas ? Para te virares de costas no momento em que ele passa por ti, na esperança que o olhes calorosamente, e soltes a pessoa que lhe vai mudar a vida ? ... vamos, levanta-te... olha para a frente, e nunca mais olhes para trás. A vida não é cor de rosa, e sabes porquê ? Porque tu é que escolhes a cor que lhe queres dar.
Acredita em ti."
acredita em mim.
amo-te*
domingo, 13 de novembro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
dizem que o amor é cego.
dizem que o amor é cego ... e é mesmo.
se não fosse, era capaz de prever todo o sofrimento por que te faz passar.
toda a angustia, toda a raiva, todo o ciúme ...
Era capaz de prever todos os segundos passados no escuro, enquanto uma almofada abafa o choro continuo e incessante ...
Era capaz de prever o quão doloroso iria ser ver-te passar por mim e continuares, como se eu fosse a sombra do nada ...
Era capaz de prever o que nasce dentro de mim sempre que te olho nos olhos ... e vejo um olhar que não tenta alcançar-me.

... ainda bem que o amor é cego.
Se não fosse, nunca descobririas do que és feito, do que és capaz.
Nunca descobririas o quão corajoso, bom, sincero, criativo, humilde ... nunca descobririas quem realmente és ...
Nunca descobririas o que serias capaz de dar a alguém que realmente te ama.
Por isso ... amor ?
obrigada por seres cego.
"amo-te*"
se não fosse, era capaz de prever todo o sofrimento por que te faz passar.
toda a angustia, toda a raiva, todo o ciúme ...
Era capaz de prever todos os segundos passados no escuro, enquanto uma almofada abafa o choro continuo e incessante ...
Era capaz de prever o quão doloroso iria ser ver-te passar por mim e continuares, como se eu fosse a sombra do nada ...
Era capaz de prever o que nasce dentro de mim sempre que te olho nos olhos ... e vejo um olhar que não tenta alcançar-me.

... ainda bem que o amor é cego.
Se não fosse, nunca descobririas do que és feito, do que és capaz.
Nunca descobririas o quão corajoso, bom, sincero, criativo, humilde ... nunca descobririas quem realmente és ...
Nunca descobririas o que serias capaz de dar a alguém que realmente te ama.
Por isso ... amor ?
obrigada por seres cego.
"amo-te*"
domingo, 25 de setembro de 2011
será possível ... ?
Será possível ... amar assim ?
Sinceramente, pensei que este tipo de amor era fantasia ... até o sentir crescer.
Aquele amor, que me faz querer viver um dia, um minuto, um segundo de cada vez, só por saber que te vou poder ver mais tarde ...
Aquele amor, que me faz levantar ás tantas da manhã, quando a vontade é pouca e o sono não ajuda, só por saber que te vou poder ver mais tarde ...
Aquele amor, que quando me alcança a memoria, me aperta o coração de tal maneira, que me faz cair num choro profundo e sofrido ... por saber que te vou poder ver mais tarde, mas que nunca te vou poder tocar ...
sim ...
amar-te, é o que mais vezes me faz chorar, mas é o que mais vezes me faz, e irá fazer sorrir.
vou amar-te para sempre.
para sempre.
*
Sinceramente, pensei que este tipo de amor era fantasia ... até o sentir crescer.
Aquele amor, que me faz querer viver um dia, um minuto, um segundo de cada vez, só por saber que te vou poder ver mais tarde ...
Aquele amor, que me faz levantar ás tantas da manhã, quando a vontade é pouca e o sono não ajuda, só por saber que te vou poder ver mais tarde ...
Aquele amor, que quando me alcança a memoria, me aperta o coração de tal maneira, que me faz cair num choro profundo e sofrido ... por saber que te vou poder ver mais tarde, mas que nunca te vou poder tocar ...
sim ...amar-te, é o que mais vezes me faz chorar, mas é o que mais vezes me faz, e irá fazer sorrir.
vou amar-te para sempre.
para sempre.
*
sábado, 17 de setembro de 2011
"quando abres os olhos, enfrentas a realidade."
"Eu amo-te. - disse ele.
O meu coração parou.
Todos gritavam "feliz 2008", e eu parada no tempo, completamente extasiada, perplexa.
Fechei os olhos, pensando que quando os abrisse, tudo não tinha passado de um sonho, como sempre acontecera ... mas em vez disso, deixei-os fechados e apreciei o momento mais um pouco.
Sentia-te cada vez mais perto, mas antes que pudesse pensar, os teus lábios tocaram os meus ... de uma forma tão graciosa e leve, que um arrepio me percorreu o corpo inteiro.
Não ousei abrir os olhos.
Este era, sem duvida, o sonho mais bonito e realista que alguma vez tivera, e que jamais se iria repetir.
As tuas mãos envolveram-me num aperto de ternura e paixão, deixando-me sem fôlego. Percebeste a minha inquietação, e recuaste ... mas, sem abrir os olhos, num gesto só, fiz-te entender que o caminho estava livre para fazeres o que quisesses.
Eu era tua.
Abraças-te-me com força e respiras-te fundo, soltando depois um suspiro tão quente e acolhedor, que me cobriu por inteiro as costas, e que me provocou a maior sensação de felicidade que alguma vez tivera.
Queria tanto abrir os olhos e ver-te ali comigo ... mas tinha tanto medo de "acordar" ...
Ficaria assim adormecida a vida toda, agarrada a ti, sem nunca te deixar ir, se me fosse permitido ... mas não é.
Os sonhos ... são sonhos.
Por fim, a muito custo, abri os olhos.
Primeiro, tudo apareceu um pouco desfocado e turvo.
Pouco depois, o mundo começou a ganhar forma. Estava escuro. Olhei para o lado, e lá estava a cama da minha irmã. Ao lado, a mesinha de cabeceira, a roupa pendurada no cabide ...
Fechei os olhos com força e implorei que voltasses ... mas não voltaste. Nunca mais voltaste.
As vezes pergunto-me o que teria acontecido, se não tivesse aberto os olhos.
Desculpa ...
amo-te."
O meu coração parou.
Todos gritavam "feliz 2008", e eu parada no tempo, completamente extasiada, perplexa.
Fechei os olhos, pensando que quando os abrisse, tudo não tinha passado de um sonho, como sempre acontecera ... mas em vez disso, deixei-os fechados e apreciei o momento mais um pouco.
Sentia-te cada vez mais perto, mas antes que pudesse pensar, os teus lábios tocaram os meus ... de uma forma tão graciosa e leve, que um arrepio me percorreu o corpo inteiro.
Não ousei abrir os olhos.
Este era, sem duvida, o sonho mais bonito e realista que alguma vez tivera, e que jamais se iria repetir.
As tuas mãos envolveram-me num aperto de ternura e paixão, deixando-me sem fôlego. Percebeste a minha inquietação, e recuaste ... mas, sem abrir os olhos, num gesto só, fiz-te entender que o caminho estava livre para fazeres o que quisesses.
Eu era tua.
Abraças-te-me com força e respiras-te fundo, soltando depois um suspiro tão quente e acolhedor, que me cobriu por inteiro as costas, e que me provocou a maior sensação de felicidade que alguma vez tivera.
Queria tanto abrir os olhos e ver-te ali comigo ... mas tinha tanto medo de "acordar" ...
Ficaria assim adormecida a vida toda, agarrada a ti, sem nunca te deixar ir, se me fosse permitido ... mas não é.
Os sonhos ... são sonhos.
Por fim, a muito custo, abri os olhos.
Primeiro, tudo apareceu um pouco desfocado e turvo.
Pouco depois, o mundo começou a ganhar forma. Estava escuro. Olhei para o lado, e lá estava a cama da minha irmã. Ao lado, a mesinha de cabeceira, a roupa pendurada no cabide ...
Fechei os olhos com força e implorei que voltasses ... mas não voltaste. Nunca mais voltaste.
As vezes pergunto-me o que teria acontecido, se não tivesse aberto os olhos.
Desculpa ...
amo-te."
segunda-feira, 25 de julho de 2011
amigos para sempre.
Preciso tão inesperadamente de falar contigo! mas, sinceramente, não sei o que te dizer ...
o que sinto ? de tudo um pouco ... raiva, angustia, paixão, ansiedade, dor, inquietação, desejo, mas sobretudo, amor. muito amor. tanto, que simplesmente não cabe num coração tão pequeno e frágil, como o meu ...
Explodi ... voei.
o que restou ?
saudade ... tua.
Posso pedir-te uma coisa ? Prometo que nunca mais peço nada.
nunca me deixes, por favor ... por favor.
estou a ser muito egoísta quando digo isto, mas não consigo ... viver sem ...
as gargalhadas que enchem as manhas daquele cheiro de primavera, os abraços que dão força para suportar o mundo, os sorrisos que aquecem quando o inverno não ajuda.
sem ti ... não, não quero pensar ... é demasiado doloroso.

se alguma vez desapareceres, o meu coração vai contigo.
para que é que preciso dele, se tu não estás ?
ele pertence-te.
não vás, nunca.
promete-me
promete.
(se és meu amigo, este texto é para ti. amo-te)
o que sinto ? de tudo um pouco ... raiva, angustia, paixão, ansiedade, dor, inquietação, desejo, mas sobretudo, amor. muito amor. tanto, que simplesmente não cabe num coração tão pequeno e frágil, como o meu ...
Explodi ... voei.
o que restou ?
saudade ... tua.
Posso pedir-te uma coisa ? Prometo que nunca mais peço nada.
nunca me deixes, por favor ... por favor.
estou a ser muito egoísta quando digo isto, mas não consigo ... viver sem ...
as gargalhadas que enchem as manhas daquele cheiro de primavera, os abraços que dão força para suportar o mundo, os sorrisos que aquecem quando o inverno não ajuda.
sem ti ... não, não quero pensar ... é demasiado doloroso.

se alguma vez desapareceres, o meu coração vai contigo.
para que é que preciso dele, se tu não estás ?
ele pertence-te.
não vás, nunca.
promete-me
promete.
(se és meu amigo, este texto é para ti. amo-te)
domingo, 24 de julho de 2011
Ele.
Não sei como começar, não sei como desenvolver, mas sei perfeitamente o que quero dizer.
O que quero dizer, o que quero exprimir, o que quero partilhar com o mundo.
Uma palavra. Uma só palavra que me deu vista, quando a cegueira era quase total. Uma só palavra, que mudou tudo … desde a forma de ver, à forma de sentir.
E que sorte, que grande sorte que tive. Procuraste-me desde sempre, e desde sempre eu te fugi, inconscientemente.
Esta palavra, é única … e é tão grande. Tão cheia de significados, de sentimentos. Tão cheia de conforto, de graça, de ajuda, de prece, de fé! Uma palavra tão cheia de Tudo, mas que em tempos, foi tão cheia de nada …De inicio, estava receosa. Não a conhecia, e já assim, tinha tanto medo de a desiludir. Desiludi muitas vezes, mas ainda assim, não ousou fechar-me os braços, e por isso, estou-lhe eternamente grata.
Sempre que me fecho ao mundo, sempre que entro na escuridão e não tenho quem me guie, sempre que as lágrimas não me obedecem e o choro é contínuo, ela aparece … e mostra-me a entrada de novo no mundo, acende-me uma vela e caminha ao meu lado, enxuga-me as lágrimas e beija-me de leve a alma. E aí, eu percebo.
Tudo vale a pena quando me lembro e sei, que ela está comigo.
Quando pensares que estás sozinho, lembra-te, não estás.
Deus está sempre contigo, sempre.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
escrever com lágrimas.
eu quero escrever, quero ... mas todos os meus pensamentos e sentimentos se uniram ás minhas lágrimas.
e eu, parada, a vê-las cair na folha branca. as minhas mãos não mexem, o meu corpo não se move.
tenho tantas saudades tuas.
era capaz de escrever o mundo, só porque sinto ... que não estás.
alguma vez estiveste ?
tanta coisa que te quero dizer, tanto que te quero contar do meu mundo. tanto pensamento, tanto entusiasmo!
e sim, o meu mundo ... tão à parte do teu.
agora, tudo o que queria que soubesses, parece vago, inútil, vulgar.
sabes, as vezes pergunto-me se não seria mais fácil seguir outro caminho, mas sempre que esse pensamento surge, o meu coração aperta, com tanta força.
como é que posso procurar a luz que me acende o coração, se essa luz és tu ?
amo-te.
e eu, parada, a vê-las cair na folha branca. as minhas mãos não mexem, o meu corpo não se move.
tenho tantas saudades tuas.
era capaz de escrever o mundo, só porque sinto ... que não estás.
alguma vez estiveste ?
tanta coisa que te quero dizer, tanto que te quero contar do meu mundo. tanto pensamento, tanto entusiasmo!
e sim, o meu mundo ... tão à parte do teu.
agora, tudo o que queria que soubesses, parece vago, inútil, vulgar.
sabes, as vezes pergunto-me se não seria mais fácil seguir outro caminho, mas sempre que esse pensamento surge, o meu coração aperta, com tanta força.
como é que posso procurar a luz que me acende o coração, se essa luz és tu ?
amo-te.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
?
ser humano.
sempre admiti este conceito como um só, e sempre o tratei como uma definição necessária e básica para tentar tirar boa nota na disciplina de ciências da natureza. mas hoje, agora, no meio de tanto pensamento banal, algo diferente surgiu, do nada ...
separei as duas palavras.
procurei o significado de "ser" e de "humano", num grande e pesado livro que intitulamos de dicionário.
"ser: essência; natureza; existência; vida; estado; forma; decorrer; consistir; suceder; causa; ocasionar; produzir; acordar; partilhar; concordar; destinar-se; prestar-se; pertencer; entender; julgar; opinar."
"humano: relativo ao homem; bondoso; compassivo; caridoso; humanitário."
sabes o que concluí no meio de tantos adjectivos e verbos?
não te conheço. não os conheço. não me conheço.
o que é ser humano ?
Lanço agora um desafio.
se te perguntasse "quem és tu" sabias responder-me ?
*
2010.
... e a leve brisa quente de verão acariciava-me a cara, envolvendo o meu corpo inteiro num profundo arrepio, de conforto.
... e ali estava eu, na varanda, a olhar a praia quase deserta, a piscina atulhada de gente, especialmente crianças que saltavam e saiam alegremente da água, repetindo o processo vezes sem conta. Ali estava eu, a assistir ao esconder glorioso do sol, o seu maior e mais belo espectáculo, que mesmo apresentado todos os dias, nunca deixa de ser espantoso ... e ali estava eu, a ouvir-vos a brincar lá dentro. O mesmo de sempre, todos aos empurrões a ver quem chegava ao comando primeiro; ouvia as gargalhadas provocantes que as cócegas produziam uns nos outros; ouvia a televisão a murmurar, e percebia logo que tinham esquecido o tão cobiçado comando, pois o que se ouvia eram as noticias; se apurasse um pouco a minha audição, viajava para o andar de baixo, ouvindo o crepitar da comida nos tachos, e só o som me trazia água à boca; ouvia o barulho dos copos de cerveja a saudarem-se um ao outro com prazer, com jovialidade! ... e depois, voltava a mim. Para qualquer outra pessoa, aquilo seria um ruído incomodo e quase insuportável. Para mim, era uma canção. Uma canção encantadora, anestesiante, cativante, uma mistura de cor-de-rosa com lilás e um cor-de-laranja muito claro com uma pitada de brilho. Era, se me é permitido dizer, o paraíso.
... e aqui estou eu, a sentir a vossa falta. A sentir a falta da varanda, da praia deserta, da piscina atulhada, do glorioso pôr-do-sol, e por fim, da brisa quente. Mas esta ainda vai aparecendo de vez em quando, acariciando-me o corpo sempre que passa, acariciando-me a alma sempre que se revela ... e muitas vezes, quando ela passa, parece que vos consigo ouvir ao longe ... e por momentos, sinto-me naquela varanda, a desejar, como sempre, nunca ter de partir.http://www.youtube.com/watch?v=cMzFvKuZusE&feature=player_detailpage
quarta-feira, 20 de julho de 2011
sempre.
Sabes, as vezes, na correria e confusão que os dias podem ser, parece que me esqueço que te amo. Mas assim que me lembro, oh … os meus olhos ganham vida, os meus lábios esboçam um sorriso tão humilde e inocente, que se me visses, juro que não me resistias. As minhas mãos apertam-se fortemente uma contra a outra, de uma forma tão calorosa e esperançosa, mas ao mesmo tempo, tão insegura … e depois, depois a razão chama. O sonho cai na realidade. Os meus olhos sofrem, os meus lábios tremem, e as minhas mãos afastam-se lentamente, enxugando a dor que me escorre pela cara.Agora entendo. Amar pode ser a sensação mais recompensadora do mundo, mas apenas quando é partilhada.
E no meio desta mistura de sentimentos que levam uma pessoa à exaustão, depois de ter caído enumeras vezes, de ter batido com a cabeça sempre na mesma parede, consigo levantar-me e dizer “eu vou esperar”, porque no momento em que os meus olhos sofrem e os meus lábios tremem, eu lembro-me da razão pela qual eles ganham vida e pela qual um sorriso tímido vai nascendo e crescendo.
Eu vou estar sempre à tua espera.
Sempre.
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